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Automático ou quartzo: qual escolher?

Um automático ganha corda com o movimento do pulso e tem o ponteiro dos segundos a deslizar; não precisa de pilha, mas para se não o usares. Um quartzo funciona a pilha, é mais preciso e está sempre pronto. Nos nossos cronógrafos usamos quartzo (Seiko VK63); nos restantes, automático (Seiko NH35A ou NH34).
3 min de leitura · Leonardo Barreiras · outubro de 2026
Automático (NH35A e NH34)
Ganha corda com o movimento do teu pulso e também aceita corda à mão. Com corda completa, trabalha cerca de 41 horas; se o deixares parado mais tempo, basta dar corda e acertar.
A precisão indicada pelo fabricante é de −20 a +40 segundos por dia. É a tolerância normal de um movimento mecânico.
Quartzo com cronógrafo (VK63)
Funciona a pilha (cerca de 3 anos) e não precisa de corda. A precisão é de menos de ±20 segundos por mês.
O cronógrafo tem um mecanismo mecânico: o ponteiro desliza e volta ao zero de uma vez, como num cronógrafo automático.
Qual escolher
Depende de como o vais usar:
- Usas o relógio todos os dias e gostas do lado mecânico: automático.
- Alternas entre vários relógios e queres pegar nele sempre certo: quartzo.
- Queres um cronógrafo (Daytona, Royal Oak Chrono, Speedmaster): os nossos levam o VK63.
Manutenção
Automático: revisão a cada 3 a 5 anos e verificação da estanquidade uma vez por ano.
Quartzo: troca de pilha quando o relógio parar ou começar a atrasar, connosco ou num relojoeiro de confiança, para manter a estanquidade.



